31.5.13

SWIMWEAR LESSON

Com o calor a chegar - esperamos nós! Já estava na altura! - chega, também, o momento de por-mos o rabinho de fora. Quem diz rabinho diz também as coxas salientes e os lombos apetitosos.

Posto isto, resolvi aliar-me à plataforma da h&m onde é possível fazer-mos várias combinações de biquinis para cada tipo de corpo.

As regras são simples:
  • Peito grande - Biquinis com um bom suporte e sem padrões (alças largas)
  • Peito pequeno - Biquinis com folhos, texturas e padrões (alças finas)
  • Coxas largas - Biquinis com cores sólidas e largos
  • Coxas estreitas - Biquinis com folhos, padrões e texturas e finos

Então vamos lá aos exemplos:


Peito grande e coxas largas:
- Superior = bom suporte
- Inferior = larga
- Cores = Sólidas

Peito pequeno e coxas estreitas :
- Superior: folhos e alça fina
- Inferior: fina
- Cores: claras 

Peito pequeno e coxas estreitas 2 :
- Superior: padrão e alça fina
- Inferior: fina
- Cores: padrão

Peito pequeno, coxas largas:
- Superior: alças finas e ao centro
- Inferior: larga
- Cores: padrão

Peito grande, coxas estreitas:
- Superior: bom suporte, alça larga
- Inferior: fina
- Cores: Sólidas
Viram? Nao custa nada...

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LISBOA OUTLET


É já hoje, dia 31 de Maio, que começa a 1ª Lisboa Outlet na Capital. 

O movimento 'Mais por Menos' refere-se ao escoamento de stocks das grandes marcas, com descontos até 80%. Roupa, decoração e multimédia aos melhores preços a não perder!

De 31 de Maio a 2 de Junho na Cordoaria Nacional (Rua da Junqueira 342).

Eu vou tentar dar lá um saltinho e aproveitar alguns descontos...

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30.5.13

TUDO A AJUDAR A BAIUKA



Pois é! A produção do BB Vip esta semana fez uma maldade e está a preparar uma dupla expulsão no Domingo.

A nossa Baiuka é uma das nomeadas por isso toca a votar nas outras nomeadas para manter a Baiukinha lá dentro mais tempo...

Conto com a vossa ajuda!

Há 3 formas de votar:
  • através do site http://www.tvi.iol.pt/bbvip/votacao onde podem votar depois de registarem o(s) vosso(s) e-mail(s). É completamente gratuito e permite uma votação a cada 24h por e-mail
  • através do botão vermelho da MEO, no canal 999. Tem o custo de o,60€ mais IVA e permite 5 votações por dia, que são descontadas na factura no final do mês.
  • ou por telefone, para os seguintes números: Sara Santos = 760 20 20 12; Raquel Henriques = 760 20 20 15; Kelly Baron = 760 20 20 06. Custo de 0,60€ mais IVA.

A votação é para EXPULSAR!

Queremos ver mais Baiuka dentro da casa... Se ela sair este Domingo não sei como é que eles vão comer nem sei como vão viver no meio daquela imundice... Entre outras coisas que também não sei.

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QUANDO EU CRESCER QUERO SER COMO A RIHANNA



Hoje venho falar-vos do concerto da Riri. Não apenas do concerto, mas tudo o que envolveu o mesmo.

Começando, o concerto estava marcado para as 19h30m. Achei demasiado cedo mas até dava um certo jeito, uma vez que levava duas crianças comigo. Mas devo dizer-vos que até ao final do concerto muita coisa aconteceu:

1. Warm Up
Ora que o warm up do concerto começou as 20 horas, com dois Djs a animar a malta. A música era boa, estava tudo divertido maaasssss ouvir mais de 1 hora o puntzpuntz quando se está à espera da Rihanna não é assim tão agradável. Foi giro, durante cerca de 20 minutos, depois já enjoava. O concerto estava cheio de crianças, miúdas que nunca foram a uma discoteca e estavam a delirar enquanto o cabelo de uma delas me batia no queixo sempre que ela saltava. Ao menos cheirava a lavado...

2. Era um concerto da Rihanna, certo?
O warm up durou até às 21 horas e poucos minutos. As 'minhas' crianças já estavam fartas e a motivação inicial de estar numa discoteca gigante rapidamente se desvaneceu quando perceberam que ver a Rihanna era coisa para demorar mais um pouco do que estávamos à espera...

À parte disso, e enquanto a Rihanna não chegava, havia todo um 'concerto' atrás de mim. Sim, atrás de mim, que eu estava virada para o palco, como era suposto. Mas as miúdas que estavam à minha frente, aquelas do cabelo a bater-me no queixo repararam que numa plateia cheia de gente, estava lá a Rita Pereira. Até aí tudo bem, não fosse o histerismo evidente pela situação. E erro dos erros: a Rita calhou de olhar na direcção delas e dizer um 'adeus'. Nossa! Era ver as miúdas a saltar como se tivessem ganho o dia. Se ficasse por aqui, estava tudo bem. Mas não. Claro que não, quando se fala de adolescentes (deviam ter para aí uns 13 anos) aos saltos. Então não é que elas descobriram a pólvora? Ah pois. Só ouvia 'o truque é ficarmos a olhar para ela fixamente porque assim ela olha para nós de certeza!"'. Ai é? Então era todo um grupo virado para trás a olhar para a Rita e sempre que uma desviava o olhar era alvo de discórdia das outras, porque assim a Rita não ia olhar... E eu a levar com aquele filme todo...

Mas o espectáculo fora do palco não terminou só aqui: lá pelo meio ouvi alguém dizer 'olha, está ali uma mulher ao fundo no camarote a dançar de forma estranha'. Mas não era uma mulher. Quando os ecrans se ligaram percebemos que aquela mulher a dançar de forma estranha era, nada mais, nada menos, que o José Castelo Branco. Agora a parte da mulher e da estranheza estava explicada...

3. Continuando na espera
Esperámos mais 1 hora e 30 minutos para as luzes do pavilhão atlântico se apagarem. As 'minhas' miúdas já estavam desejosas da caminha delas, sentadas no chão que já não aguentavam as dores nas pernas. Os meus pés já não eram pés, apenas um bocado de carne em monte que seguravam as minhas pernas, ou o que restava delas... Eu só pensava 'isto tem que ser MUITO MUITO bom para compensar isto tudo'! Entretanto já tínhamos mudado de lugar porque eu não queria ser acusada de violência a menores.

4. 'Não fales com desconhecidos'
Com o barulho das luzes, houve uma pessoa (entre tantas) que passou por mim. Estava tudo bem, não fosse ele parar à minha frente. 'Eu conheço-te' pensei eu. Então segue logo de espetar dois beijos no senhor e de dizer 'Então? Tudo bem?'. Até que ele começa a falar, em Português do Brasil. E pelo sotaque e pelo que dizia eu percebi que afinal eu não o conhecia... E a minha mãe sempre me ensinou a não falar com estranhos...!

5. A bela da Riri
O concerto começou eram 22h30m. Um pouco diferente da hora prevista, mas 'vamos lá a isso que foi para isto que eu vim cá'. E valeu MUITO a pena a espera: Ela tem uma voz maravilhosa, igual à das músicas que ouvimos na rádio, é linda de morrer, estava cheia de pinta e era só ela. Tudo o que estava à sua volta não importou, os olhos estavam postos naquela barriga maravilhosa, naquelas pernas fenomenais e naquele swag tão característico...

O ideal teria sido chegar lá as 19h30m, ver o espectáculo maravilhoso que a Riri deu e sair, toda feliz e contente. Mas como as coisas boas têm sempre um senão, tudo isto teve o ar da sua graça...

D


29.5.13

CIA MARÍTIMA

Com o calor à porta chegam-nos as propostas Cia Marítima para este Verão.

Toca a mexer o corpinho para ficarem como ela dentro dos biquinis!






fotografias de máxima.pt
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28.5.13

FEIRA DA LADRA

Não me crucifiquem, mas nunca tinha ido à Feira da Ladra até há bem pouco tempo.

As primeiras vezes foi só numa de olhar e de ficar maravilhada com toda a oferta. Mas a última vez foi diferente.

Eu e a minha paixão pela cosmética! Trouxe para casa 3 produtos Nívea por apenas 8€! Um creme de mãos, um creme de corpo e um gel de banho GIGANTE!

Estou fã! E ainda me vou atrever nas antiguidades para a casa... Adoro!












fotografias de mulher.sapo.pt
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27.5.13

O MEU OVÁRIO TAMBÉM É PARVO

Ao ler ESTE post no blog Cocó na Fralda lembrei-me de contar a minha experiência relativa ao mesmo tema. Afinal, o meu ovário também é parvo!

Tudo aconteceu há uns anos atrás. Fui parar ao hospital com imensas dores. Começou com uma dor de estômago que virou dor de barriga com uma dor intensa no fundo. Nunca me tinha acontecido mas sabia que alguma coisa de errado se passava. Fui directa para as urgências que me queriam dar uma pulseirinha verde, daquelas que, não dizendo nada, querem dizer 'tem lá calma que eu sei que és mais uma daquelas pessoas que vão ao hospital por tudo e por nada'. Mas já passava da meia-noite e sabia-me melhor estar a dormir do que ir fingir que tinha dores para as urgências do hospital. Enquanto a Baiuka estava a discutir com a senhora da recepção eu lá me ia queixando e tentando chamá-la. A última coisa que ouvi naquela sala de espera foi a senhora ao meu lado aflita a chamar pela minha mãe e depois desmaiei. Afinal as dores não eram a fingir, ou o desmaio também era fingimento?

Quando acordei já estava sentada numa daquelas cadeiras que reclina na zona restrita do hospital. Aquela em que só estão doentes a sério, sem pulseira verde. Depois das mil e uma perguntas e apalpações disseram: 'é apêndice!'. Mas não era. Tentaram outra: 'está grávida!'. Não, não estava. Tomava a pílula certinha e não tinha idade para ficar grávida - sim, porque por muito mal que eu merecesse, o senhora lá em cima não me ia deixar ficar grávida não sendo ainda maior de idade! -. Não estava grávida - graças a deus! - e lá me decidiram fazer um raio-x abdominal (ou qualquer coisa desse género). Afinal o problema era prisão de ventre. "Prisão de ventre? Mas isso dá estas dores todas? Não é só cólicas?". Enfim, testes e mais testes e continuavam a acreditar que o meu mal era gravidez, mesmo depois das análises dizerem o contrário. E eu, nesta altura, já estava toda satisfeita. Com dores, é certo, com a barriga prestes a explodir, é certo, mas com uma dose de Tramal em cima que até via detectores de incêndio a girar no tecto. Maravilhoso!

A coisa não saía dali e mandaram-me para casa num género 'se não passa com esta dor de cavalo só pode ser fingimento'. A dor aliviou, e eu consegui-me mexer melhor. Mas não passava e eu estava a ir para casa com um diagnóstico de prisão de ventre. Bonito.

No dia seguinte a coisa continuou. O hospital foi diferentes desta vez, mas a pulseirinha verde lá continuava até desmaiar em plena recepção. Pelos vistos só entra quem desmaia. Desta vez era um hospital privado mas que nem uma maca tinha tal era o fluxo de pessoas com seguro de saúde que lá estavam.

Decidiram, após outros tantos testes, outras tantas doses de Tramal e outras tantas horas de espera, mandarem-me para o departamento ginecológico. Também eles suspeitavam da minha gravidez. A ginecologista invadiu-me como se eu não tivesse dores e, por obra e graça do espírito santo, viu o problema: um quisto no ovário esquerdo. "Esquerdo? Mas onde me dói é do lado direito!" 'Ah pois mas a dor é em espelho'. Pronto, não interessava, desde que fosse mesmo essa a origem da dor. "Então mas vou ter que ser operada para tirar isto?" 'Não. Pode correr o risco de ir para o bloco operatório, abrir e depois não estar lá nada. Esse quisto aparece e desaparece conforme quer'. Ah bom, como se não bastasse ter um quisto tinha um quisto com vida própria.

Enfim, lá fui para casa com uma injecção no rabinho e a dor a passar.

O bom disto tudo é que não estava grávida! De vez em quando ele lá se lembra de me pregar uma partida, mas tudo MUITO mais soft. Além do susto que me prega sempre que vou ao ginecologista e vejo um ponto preto gigante no ecran e lá penso 'é desta que estou grávida'... Mas não... É só um quisto que gosta de fazer das suas...

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